7 lembretes a respeito do dinheiro


1Lembre-se que tudo o que você possui vem de Deus. “O que você tem que não tenha recebido? E se o recebeu, por que se orgulha, como se assim não fosse?” (I Coríntios 4:7).

2Ore por todos os aspectos de suas finanças. “Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta” (Mateus 7:7-8).

3Fuja das dívidas. “Não devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a Lei” (Romanos 13:8).

4Seja fiel com o que receberá de Deus. “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito” (Lucas 16:10).

5Gaste com prudência. “Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão, e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? Escutem, escutem-me, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará com a mais fina refeição” (Isaías 55:2).

6Sua generosidade será abençoada. “… lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: ‘Há maior felicidade em dar do que em receber” (Atos 20:35).

7Ame o Senhor, não o dinheiro. “Pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos” (I Timóteo 6:10).
Textos bíblicos na Nova Versão Internacional

Fonte: Novo Tempo

Sete refrigerantes têm substância cancerígena

Em uma pesquisa com 24 refrigerantes, a Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – verificou que sete têm benzeno, substância potencialmente cancerígena. O benzeno surge da reação de um conservante, o benzoato de sódio, com a vitamina C. Como não há regra para a quantidade do composto em refrigerantes, usou-se o limite para água potável: 5 microgramas por litro. Os casos mais preocupantes foram o da Sukita Zero, que tinha 20 microgramas, e o da Fanta Light, com 7,5 microgramas. Os outros cinco produtos estavam abaixo desse limite. São eles: Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita.
Fernanda Ribeiro, técnica da Pro Teste, diz que é difícil estudar a relação direta entre o benzeno e o câncer em humanos, mas que já se sabe que a substância tem alto potencial carcinogênico e que, se consumida regularmente, pode favorecer tumores. “Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), não há limite seguro para ingestão dessa substância”, diz.

A química Arline Abel Arcuri, pesquisadora da Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) e integrante da Comissão Nacional Permanente do Benzeno, diz que o composto vem sendo relacionado especialmente a leucemias e, mais recentemente, também ao linfoma.
O fato de entrar em contato com o benzeno não significa necessariamente que a pessoa vá ter câncer – há organismos mais e menos suscetíveis. “Mas não somos um tubo de ensaio para saber se resistimos ou não, e não há limites seguros de tolerância. O ideal, então, é não consumir”, diz Arcuri.
O benzeno está presente no ambiente, decorrente principalmente da fumaça do cigarro e da queima de combustível. Na indústria, é matéria-prima de produtos como detergente, borracha sintética e náilon.
Nesse caso, não contamina o consumidor por se transformar em outros compostos. A principal preocupação é proteger o trabalhador da indústria.
O efeito do benzeno é lento, mas, quanto maior o tempo de exposição e a quantidade do composto, maior a probabilidade de desenvolver o tumor.

 
Nota do Portal Advento: Nossa intenção não foi postar este artigo para que você pudesse de uma maneira segura escolher outro refrigerante. Este é apenas mais um dos motivos pelos quais Deus permitiu à ciência descobrir  para nos alertar para que o refrigerante deixe de ser consumido. Que você possa decidir pelo princípio da temperança – deixar o que é prejudicial à saúde e usufruir com moderação daquilo que é bom.


Fonte:  Criacionismo

Você sabia que a gelatina é feita de pele de suíno?


O Brasil produz anualmente cerca de 6 mil toneladas de gelatina a partir da pele do suíno. Mais do que um produto, a gelatina é um ingrediente muito utilizado pela indústria alimentícia em iogurtes, balas e produtos dietéticos.

A indústria farmacêutica utiliza a gelatina suína para a produção de cápsulas de remédios e de produtos cosméticos. “Além da própria gelatina, a pele suína é destinada para a produção de pururuca e emulsões para embutidos como mortadelas, salsichas, patês e lingüiças”, explica. “A história da gelatina remonta séculos, sendo produzida a partir de couro bovino e suíno”. Segundo Reimann, o principal destino da gelatina suína produzida pela empresa é para a confecção de cápsulas e de gomas tipo confeito.

A exploração do couro suíno pela indústria no Brasil ainda é muito baixa. Apenas 0,2% do total de animais abatidos têm a pele destinada para o curtimento. “Não existe um cuidado diferenciado nas granjas de suínos para a extração da pele no animal. Os cuidados da suinocultura moderna visam o suíno como um todo”, diz Reimann. “Além disso, existe um outro fator determinante para o uso da pele suína na industrialização de gelatina alimentícia que é o teor de gordura presente no couro do animal, cujo limite é de 10%”.

Da pele bruta para a gelatina, a matéria-prima passa por várias etapas de industrialização. “É uma série de operações unitárias que vão desde a hidrólise do colágeno, a purificação da matéria-prima, concentração e secagem”, comenta o presidente. Paulo Reimann explica que para a produção de gelatina suína, a pele do animal sofre um pré-tratamento ácido por três dias antes de ir para a etapa de extração, onde recebe água quente e passa por um processo de extração de múltiplos estágios.

Nota: Ao consumir gelatinas coloridas e açucaradas, não imaginamos sua origem e os processos químicos por onde a matéria prima é processada. Reflita sobre o consumo desses alimentos totalmente impróprios para o corpo humano. Uma ótima alternativa é consumir ágar-ágar, uma gelatina vegetal feita a partir de algas marinhas. É possível comprá-la em pó em lojas de produtos naturais e japoneses.

Fonte: Comunidade Adventista

Agradar o outro ou ser você mesmo?

Quando iniciamos um relacionamento, é muito natural tentarmos agradar o outro. Afinal, é a fase da conquista, é tempo de cativar um coração desconhecido. Para isso, é preciso que haja identificação, harmonia, desejo de continuarem por perto...

No entanto, também é muito natural que, com o passar do tempo, cada um comece a revelar seus desejos e seu modo de ser, e nem sempre o que um quer e faz, é o mesmo que o outro gostaria ou faria. São duas pessoas que, por mais que se descubram profundamente interessadas mutuamente, têm histórias, valores e gostos diferentes.

Algumas pessoas, ao perceber que desagradaram ou decepcionaram o outro com sua atitude, escolha ou com a simples expressão de si mesmas, sentem-se inseguras e com medo de que a relação termine. Assim, decidem relevar essa vontade para considerar a vontade do outro.

Sem dúvida, saber ceder é uma qualidade admirável. Aliás, cada vez mais rara eu diria. Mas é preciso compreender, antes de qualquer coisa, a diferença, a sutil diferença entre ceder conscientemente e anular-se, subjugar-se e não ocupar seu lugar nos relacionamentos.

Em outras palavras, o fato é que, numa relação, é preciso aplicar a famosa regra do “nem 8, nem 80”. Isto é, equilíbrio é o segredo. E embora nem sempre seja fácil praticar o equilíbrio, especialmente porque os resultados também dependem do bom senso do outro, eu diria que com bastante diálogo e disposição para o amadurecimento, é possível.

 
Dito isso, penso que o verdadeiro problema nessa questão sobre agradar o outro ou ser a gente mesmo é mais profundo. O buraco é mais embaixo. Acontece que muitas pessoas têm afogado seus desejos, ignorado seus sentimentos, tapado os ouvidos para sua intuição e fechado os olhos para si mesmas não como demonstração de maturidade e equilíbrio e sim, justamente o contrário: como demonstração de imaturidade, desajustes internos e de uma enorme urgência em se rever antes de tentar agradar o outro, seja esse outro quem for.

Até porque, convenhamos, uma pessoa que termina fazendo tudo o que outro quer, está bem longe de ser agradável. Ocupa apenas o lugar de quem alimenta, além de seus próprios desajustes, também os desajustes óbvios do outro. Sim, claro, quem aceita estar numa relação onde o outro nunca tem vez e sua vontade tem de ser a soberana, está decididamente demonstrando o outro lado da mesma moeda! Ou seja, não existe uma vítima e um vilão. Existem dois seres humanos precisando trabalhar suas individualidades e a capacidade de enxergar a si mesmo e ao outro como merecedores de algo que faça mais sentido. Que se pareça um pouco mais com amor.

E que nos tornemos cada vez mais cientes de uma grande verdade: ser a gente mesma não é uma escolha, não é uma ação forçada. É a suave e natural consequência de um processo de autoconhecimento e, sobretudo, de saber reconhecer que toda vez que não encontrarmos espaço para expor o que sentimos e queremos, ou seja, espaço para sermos inteiros e íntegros, então essa situação não é real. E não vale a pena ser vivida.

Por fim, só existe um jeito de agradar a pessoa certa, na hora certa e no lugar certo: sendo quem você é! Enquanto isso não acontecer, enquanto você estiver perdido de si mesmo, vai continuar atraindo a pessoa errada, na hora errada e no lugar errado! 
 
Fonte:Psicóloga Rosana Braga

6 dicas para uma relação pacífica com o(a) ex


Lidar com relações passadas costuma ser um desafio para a grande maioria. Muitos não sabem ao certo como se comportar na presença de um ex-companheiro, como lidar com as emoções ou como evitar o estranhamento de um encontro.
Sob certos aspectos existe a possibilidade de algum controle, como saber se preservar, se retirar de cena na hora certa, enquanto sob outros não há muito o que fazer, apenas desenvolver um autocontrole para suas emoções.
Regras que amenizem inteiramente o desconforto de um encontro não existem, mas existem meios que contribuem para o bem estar geral:

Maturidade - Saber lidar com a perda é o primeiro caminho para estabelecer uma boa relação, quando necessária, com seu ex. Sempre haverá um lado mais sofrido com o final, mas aceitá-lo com maturidade ajudará a lidar melhor e consequentemente a conviver melhor com o desfecho da relação.

Limites na Relação - Apesar de toda intimidade que tiveram um dia, no momento da ruptura acontece uma mudança nas regras da relação e essa mesma intimidade sofre transformações. Beijar, abraçar, certos carinhos já não cabem mais quando se encontrarem e isso ocorre por diversas razões, uma delas seria o fato de que esses mesmos gestos fazem mal àquele que sofre mais, criam uma ilusão de um retorno possível (que sabemos nem sempre ser), deixa o mais frágil aprisionado e talvez ainda mais vulnerável. Se estiver em um novo namoro pode também incomodar o companheiro, deixá-lo inseguro e correr o risco de iniciar uma crise. Ex é ex, sendo necessário saber transformar a relação. 

Não é mais o seu melhor amigo - A mesma pessoa com quem um dia trocou confidências e compartilhou o mais íntimo do seu mundo interno é agora alguém que está fora e por mais difícil que seja, deve ser vivido dessa forma. Se um namoro terminou não há como continuar sendo o seu confidente, seu grande parceiro. Será sempre alguém com quem teve um passado e que por isso estará sempre presente na sua história, mas de uma nova forma e é necessário encontrar essa nova forma, aprender a viver sem ele e se apoiar em outros vínculos. Apesar de te conhecer muito bem já não terá mais espaço para continuar compartilhando a sua vida pessoa, ainda mais se um novo companheiro está em cena.

Não pode ser um fantasma - Muitos temem a idéia do ex, como algo que assusta e assombra, mas isso dependerá exclusivamente de cada um e da lente de aumento que usam para enxergar esse "fantasma". Quanto maior a força concedida à essa imagem, maior ela será. Muitas vezes torna-se alguém tão idealizado que nenhum outro conseguirá ser forte ou interessante o suficiente para substituí-lo e o ex torna-se um rival imbatível. Essa postura aprisiona e impede de perceber relações em potencial que podem estar ao seu redor.

Apenas uma recordação - Trabalhar o seu mundo interno de forma que consiga elaborar o final, ainda que tenha sido sofrido, para que realmente se prepare e prepare o terreno para um novo relacionamento. Guardar mágoas eternas apenas impede de seguir adiante e torna-se prisioneiro do passado. Se houve o final então é importante trabalhar para aceitá-lo (ainda que leve um tempo) de forma que o ex seja apenas uma lembrança desse passado. Não precisa chegar ao ponto de se tornar uma ótima ou boa lembrança, se isso for impossível, e sabemos ser para muitos, basta que fique no lugar certo e que as mágoas sejam desfeitas para que consiga se sentir forte novamente para seguir adiante e construir uma próxima relação. Inúmeras são as pessoas que paralisam suas vidas e responsabilizam o ex por isso. Se houve a ruptura é porque chegaram no limite do que era possível para o casal.

Respeitar e valorizar sua nova vida/etapa - Apesar das dores e do sofrimento, cuidou do seu mundo interno e seguiu adiante. É fundamental então que viva o presente e não deixe o passado interferir e desfazer todo o trabalho que teve para chegar até esse novo ponto. Uma nova relação, novas possibilidades, novas experiências para serem vividas e conhecidas, então cuide para que não seja contaminada pelo que passou. Fundamental respeitar sua força por ter conseguido transformar a história e valorizar suas escolhas atuais, sabendo que é possível aprender com cada experiência e que nessa nova oportunidade conseguirá ser diferente, agir diferente e continuar transformando e melhorando.
 Fonte: Artigo – Dra. Júlia Amaral

Frutas cítricas reduzem risco de AVC


Comer frutas cítricas, como laranja, é uma boa aposta para as mulheres.
De acordo com uma pesquisa da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, essas iguarias reduzem o risco de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico. Os dados são do site Female First.
O levantamento contou com dados de milhares de pessoas do sexo feminino que participam do estudo americano Nurses' Health Study (em tradução livre, Estudo de Saúde de Enfermeiras) e analisou o risco da doença e o consumo de frutas e legumes que contêm flavonoides, compostos antioxidantes que são anti-inflamatórios e melhoram a função dos vasos sanguíneos.
Constatou-se que os flavonoides encontrados em frutas cítricas, as flavanonas, conferem maior proteção contra o problema. As voluntárias que as consumiram em maior quantidade apresentaram risco 19% inferior de um AVC.
Os especialistas acreditam que os benefícios também podem ser aplicados aos homens.